Make vs Zapier

Make vs Zapier (ou Zapier vs Make): escolha o Zapier se quer a montagem mais simples possível e o maior catálogo de integrações, com volume baixo; escolha o Make se quer mais poder de lógica visual e um custo bem menor em fluxos com várias etapas. O Zapier é o melhor para começar; o Make é o melhor para crescer sem a fatura explodir. Para a maioria que migra por causa do preço, o Make é a transição natural.

Make

4.4

Automação visual no-code com o melhor editor de cenários

Ver Make

Parceria · pode gerar comissão, sem custo a mais · como funciona

Zapier

4.3

A automação no-code mais conhecida, com o maior catálogo

Comparação lado a lado

CritérioMakeZapier
Nota editorial4,4/54,3/5
PreçoGrátis / freemiumGrátis / freemium
Plano grátisSimSim
Preço ✓ vence
Suporte ✓ vence
Facilidade de uso ✓ vence
Integrações ✓ vence
Flexibilidade ✓ vence

Veredito

O Zapier ganha em facilidade e em número de integrações; o Make ganha em poder visual e, sobretudo, em custo. Quem prioriza simplicidade e cobertura de apps fica com o Zapier; quem roda fluxos com várias etapas ou quer economizar fica com o Make.

A tabela acima mostra quem vence cada critério; abaixo, o porquê — e qual escolher conforme o seu caso. Make e Zapier miram públicos que se sobrepõem, mas têm prioridades opostas: o Zapier aposta tudo na simplicidade e na cobertura de apps; o Make, no poder visual e no custo. Vamos ser justos com os dois.

Quando escolher cada um

Escolha o Zapier se você:

  • Está começando e quer a automação mais simples de montar.
  • Depende de um app de nicho que só tem integração nativa no Zapier.
  • Roda volume baixo, em que o custo por tarefa ainda não pesa.

Escolha o Make se você:

  • Roda fluxos com várias etapas e quer pagar menos por isso.
  • Quer lógica de verdade (roteadores, iteradores, filtros) sem código.
  • Pensa visualmente e quer ver os dados fluindo pelo cenário.
  • Pretende escalar sem a fatura crescer no ritmo do Zapier.

Onde o Zapier genuinamente ganha

É preciso dizer com clareza, sem torcer o jogo: o Zapier é mais fácil e tem mais integrações. A montagem linear e guiada é a menor barreira de entrada do nicho, e o catálogo de mais de 7.000 apps cobre ferramentas que o Make não tem. Para um iniciante, ou para quem precisa de um conector específico, o Zapier é objetivamente a melhor escolha — e nenhum desconto disso muda esse fato.

Onde o Make ganha: poder e, principalmente, custo

A vantagem do Make é dupla. Primeiro, poder visual: roteadores, iteradores e agregadores deixam montar lógica que, no Zapier, fica engessada. Segundo, e mais decisivo, custo: o Zapier cobra por tarefa — cada ação de um fluxo conta separadamente — enquanto o Make cobra por operação de forma mais econômica e tem um plano gratuito mais generoso. Em qualquer fluxo com mais de um ou dois passos rodando com frequência, a conta do Make é menor.

Prós e contras, lado a lado

Zapier — prós: a montagem mais fácil do nicho; o maior catálogo de integrações (7.000+); plataforma madura e estável; IA acessível. Zapier — contras: o mais caro em escala (modelo por tarefa); menos poder de lógica visual; plano gratuito enxuto; sem self-hosting.

Make — prós: melhor editor visual; cobrança por operação (mais barata em volume); lógica avançada sem código; plano gratuito generoso. Make — contras: menos integrações nativas que o Zapier; curva um pouco maior; sem self-hosting.

Veredito por perfil

Se você está começando, usa pouco ou precisa de um app que só o Zapier integra, fique com o Zapier — a conveniência compensa. Mas se você roda fluxos com etapas, quer mais poder ou está vendo a fatura crescer, o Make entrega o mesmo resultado por bem menos, e a migração costuma se pagar rápido. Aprofunde no review do Make e no review do Zapier, e — se self-hosting for o seu requisito — considere o n8n, que nenhum dos dois oferece.

Perguntas frequentes

Make ou Zapier: qual é melhor?

Depende do que pesa para você. O Zapier é melhor em facilidade e em catálogo de integrações; o Make é melhor em poder de lógica visual e em custo, especialmente em fluxos com várias etapas. Para iniciantes e uso simples, Zapier; para quem quer mais por menos, Make.

Make ou Zapier é mais barato?

O Make, na maioria dos casos. O Zapier cobra por tarefa, e cada ação de um fluxo de vários passos conta separadamente, o que encarece rápido. O Make cobra por operação, com plano gratuito mais generoso e entrada mais barata. Em volume, a diferença a favor do Make costuma ser grande.

Make ou Zapier para iniciantes?

Zapier. É a ferramenta de automação mais fácil que existe: montagem linear, guiada, sem conceitos técnicos. O Make é poderoso, mas tem uma curva um pouco maior (roteadores, estrutura de dados). Para o primeiro contato com automação, o Zapier é mais suave.

Qual tem mais integrações, Make ou Zapier?

O Zapier, com folga: mais de 7.000 apps, o maior catálogo do mercado, contra mais de 2.000 do Make. Se você depende de um app de nicho, é mais provável que ele tenha integração nativa no Zapier. Para conectores prontos, o Zapier é imbatível.

Por que o Zapier é mais caro que o Make?

Por causa do modelo de cobrança. O Zapier conta uma tarefa para cada ação executada — um fluxo de 4 ações consome 4 tarefas por rodada. O Make cobra por operação de forma mais econômica e tem entrada mais barata. Conforme o volume cresce, o Zapier vira a opção mais cara do nicho.

Vale a pena trocar o Zapier pelo Make?

Vale quando o custo do Zapier começa a doer ou quando você precisa de lógica que ele não faz bem. O Make entrega o mesmo resultado por menos em fluxos com etapas, com um construtor visual mais poderoso. Se você usa pouco e valoriza a simplicidade, ficar no Zapier é legítimo.

Make é mais difícil que o Zapier?

Um pouco. O Make tem mais recursos (roteadores, iteradores, agregadores) e isso adiciona conceitos a aprender. Mas o ganho é poder de verdade sem código. Quem topa uma curva levemente maior é recompensado com fluxos mais sofisticados e contas menores.

Make ou Zapier para automação com IA?

Os dois têm recursos de IA. O Zapier investiu forte em copiloto, agentes e chatbots com foco em facilidade; o Make oferece módulos de IA dentro do seu construtor visual. Para montar IA do jeito mais simples, Zapier; para integrar IA em fluxos visuais mais elaborados, Make.

Qual é melhor para uma empresa que vai escalar, Make ou Zapier?

O Make tende a escalar com custo mais sustentável, porque a cobrança por operação pesa menos que a por tarefa em fluxos complexos. O Zapier escala tecnicamente bem, mas a fatura cresce rápido. Para crescer sem sustos no orçamento, o Make leva vantagem.

Posso usar os dois, Make e Zapier?

Sim, e algumas operações fazem isso: Zapier para a integração de nicho que só ele tem, Make para os fluxos pesados onde o custo importa. Não é incomum usar o Zapier pela cobertura de apps e o Make pelo motor de automação mais barato.

Make ou Zapier para quem precisa de self-hosting?

Nenhum dos dois — ambos são 100% nuvem. Se rodar na própria infraestrutura é requisito, a resposta não é Make nem Zapier, e sim o n8n, que oferece self-hosting gratuito. Vale considerar o n8n nesse caso específico.