Agências & Marketing All-in-One

GoHighLevel

Plataforma all-in-one white-label para agências

4.3 A partir de US$ 97,00

O GoHighLevel cobra por conta (não por contato nem por assento), em três faixas: uma de entrada para a agência começando, com limite de subcontas; uma intermediária com subcontas ilimitadas e white-label; e a de topo, que libera o SaaS mode para revender a plataforma com a sua marca. O detalhe que muda a conta: sobre qualquer plano incidem custos de uso — SMS, e-mail em volume, ligações, WhatsApp e IA — cobrados por consumo. A agência pode repassar esses custos aos clientes com margem (rebilling); quem não dimensiona, se surpreende com a fatura. Pagar anualmente reduz a mensalidade frente ao mensal.

Starter

US$ 97,00/mês

  • 3 subcontas (clientes)
  • CRM, funis, sites e calendários
  • E-mail/SMS e automações
  • Usuários ilimitados

Unlimited

US$ 297,00/mês

  • Subcontas ilimitadas
  • White-label do app mobile
  • Domínio e branding próprios
  • API

Pro (SaaS Mode)

US$ 497,00/mês

  • SaaS Mode: revenda com sua marca
  • Rebilling de SMS, e-mail e IA
  • Onboarding e suporte premium
  • Relatórios avançados
Ver oferta oficial

Parceria · pode gerar comissão, sem custo a mais · como funciona

Os valores da tabela acima são atualizados automaticamente — o que muda com mais frequência aqui é o preço, então essa parte vem do nosso banco de dados, não do texto. O que esta análise resolve é a pergunta que a tabela não responde: qual plano faz sentido para o seu modelo de negócio, e onde a conta cresce sem você perceber.

O conceito que muda tudo: preço fixo por conta

Antes de comparar planos, entenda o modelo. Diferente do HubSpot e da maioria dos CRMs — que cobram por contato ou por assento — o GoHighLevel cobra um valor fixo por conta de agência. Você pode ter 3 ou 300 clientes (subcontas), 1 ou 50 usuários: a mensalidade do plano não muda por isso.

É essa lógica que torna o GHL previsível para quem escala em número de clientes. A consequência prática: para saber qual plano você precisa, não conte contatos — conte recursos. O que define o plano é se você precisa de subcontas ilimitadas, de white-label e do SaaS mode, não de quanta gente está no banco.

As três faixas de plano

  • Entrada (agência começando). O plano mais barato, com limite de subcontas. Serve para quem tem poucos clientes e quer testar o modelo. Em geral não inclui white-label completo nem SaaS mode — então não é o plano de quem quer revender.
  • Intermediário (subcontas ilimitadas + white-label). O degrau onde a maioria das agências fica: subcontas ilimitadas, marca própria (domínio, logo, app desktop) e os recursos de gestão. É o suficiente para usar o GHL como a plataforma interna da agência atendendo vários clientes.
  • Topo (SaaS mode). Libera a revenda: você cria planos com a sua marca, define seus preços e cobra dos clientes automaticamente via Stripe. É o plano de quem transforma o GHL num produto, não só numa ferramenta.

A regra de escolha: suba de plano pelo recurso que destrava (white-label, SaaS mode), e não por volume — porque volume o GHL não cobra.

A segunda metade da fatura: os custos de uso

Aqui está o que mais surpreende quem só olha o preço do plano. A mensalidade não é o custo total. Por cima dela, o GHL cobra por consumo:

  • SMS e ligações — por mensagem e por minuto.
  • E-mail em volume — acima da franquia incluída.
  • Conversas de WhatsApp — pela API oficial.
  • IA — geração de conteúdo e respostas automáticas no chat.

Para uma agência, isso não é necessariamente ruim: com o rebilling, você repassa esses custos aos clientes — muitas vezes com margem, lucrando na diferença. O problema é de quem não configura o rebilling e absorve tudo, ou de quem dimensiona mal o uso e vê a fatura de consumo superar a do plano. Para o público brasileiro, some o WhatsApp (que pesa mais que o SMS) e o câmbio: tudo é em dólar.

O custo que quase ninguém soma: o app mobile branded

O app desktop white-label costuma vir nos planos com marca própria. Já o aplicativo mobile com a sua marca (publicado nas lojas com o seu nome) geralmente é um add-on pago mensal. Se a experiência mobile de marca própria faz parte da sua proposta ao cliente, esse valor entra na conta — e é fácil esquecer dele na hora de precificar.

Como pagar menos de verdade

Esqueça “cupom mágico” — o GoHighLevel não distribui códigos promocionais públicos. Os descontos reais são dois:

  1. Pagamento anual. Reduz a mensalidade frente ao mensal (equivale, na prática, a ganhar alguns meses no ano). É o desconto mais direto, para quem já decidiu ficar.
  2. Teste estendido. O teste padrão é de 14 dias; links de parceiros costumam liberar até 30 dias. Não é um desconto no preço, mas dá mais tempo para você montar uma subconta real e decidir antes de pagar.

Quando alguém anuncia “cupom GoHighLevel de 50%”, quase sempre é só um link de afiliado com o trial estendido — não um desconto recorrente sobre a mensalidade.

O plano certo para o seu caso

  • Você está testando o modelo de agência, com poucos clientes? Comece no plano de entrada e suba quando precisar de subcontas ilimitadas.
  • Você gerencia vários clientes e quer marca própria, mas não vai revender? O intermediário cobre você — subcontas ilimitadas e white-label.
  • Você quer vender o acesso à plataforma como um SaaS de marca própria? O topo, com SaaS mode, se paga com poucos clientes ativos pagando a sua assinatura.

Em todos os casos, some os custos de uso ao plano antes de comparar com concorrentes — é o erro número um de quem avalia o GHL. Para decidir se a ferramenta é a certa antes de pensar em plano, veja o review completo. Se ainda está comparando o modelo de cobrança, confira GoHighLevel vs HubSpot (por assento) e as alternativas.

Perguntas frequentes

Quanto custa o GoHighLevel por mês?

O GHL tem três planos de preço fixo por conta. O de entrada é o mais barato, mas limita o número de subcontas e não inclui white-label completo nem SaaS mode. O intermediário libera subcontas ilimitadas e a marca própria. O de topo adiciona o SaaS mode (revenda). Sobre qualquer um deles somam-se os custos de uso. Os valores atualizados estão na tabela acima.

Como o GoHighLevel cobra: por contato ou por usuário?

Por nenhum dos dois — o GHL cobra um valor fixo por conta de agência, independentemente de quantos contatos ou usuários você tenha. É o oposto do modelo do HubSpot (por assento/contato), e é justamente o que torna o GHL previsível para quem cresce em número de clientes.

O que é o rebilling no GoHighLevel?

Rebilling é o GHL repassar a você (e você aos seus clientes) os custos de uso variável — SMS, e-mail, ligações, WhatsApp e IA — com a possibilidade de aplicar uma margem. Em vez de absorver esses custos, a agência os fatura para o cliente, muitas vezes lucrando na diferença. É um dos pilares de quem monetiza o GHL.

Quais são os custos escondidos do GoHighLevel?

Não são escondidos, mas passam despercebidos: SMS, e-mail acima da franquia, minutos de ligação, conversas de WhatsApp e uso de IA são cobrados por consumo, à parte da mensalidade. Há também o app mobile white-label, que costuma ser um add-on pago. Some tudo isso ao plano antes de comparar com outras ferramentas.

Vale a pena o plano anual do GoHighLevel?

Para quem já decidiu adotar a ferramenta por pelo menos um ano, sim: o pagamento anual reduz a mensalidade frente ao plano mensal (em geral equivale a alguns meses grátis). Se você ainda está validando se o GHL encaixa na operação, o mensal evita travar capital antes da decisão.

Qual plano do GoHighLevel devo escolher?

Depende do seu modelo. Agência começando, com poucos clientes: o plano de entrada. Agência que gerencia vários clientes e quer marca própria: o intermediário, com subcontas ilimitadas e white-label. Quem vai revender a plataforma como um SaaS de marca própria: o plano de topo, com SaaS mode. Suba de plano só quando o recurso (não o volume) justificar.

O GoHighLevel cobra em dólar?

Sim. A cobrança é em dólar (US$). Para quem paga no Brasil, o valor final depende da cotação do dia e do IOF do cartão no momento da fatura — algo a incluir no planejamento de custo e no preço que você cobra dos seus clientes se for revender.

Quanto custa ativar o SaaS mode do GoHighLevel?

O SaaS mode está incluído no plano de topo do GHL — você não paga uma taxa separada para ativá-lo, mas precisa estar na faixa mais alta de assinatura. A partir daí, define seus próprios planos e preços e cobra dos clientes via Stripe. Os custos de uso (SMS, IA, WhatsApp) continuam valendo e, em geral, são repassados via rebilling.

O app mobile com a minha marca é cobrado à parte no GoHighLevel?

Em geral sim. O app desktop white-label costuma estar incluído nos planos com marca própria, mas o aplicativo mobile branded (na App Store e Google Play com o seu nome) tende a ser um add-on pago mensal. Se a experiência mobile de marca própria for parte da sua proposta ao cliente, inclua esse custo na conta.

Dá para baixar de plano ou cancelar o GoHighLevel quando quiser?

Sim, é assinatura mensal (ou anual) sem contrato de fidelidade longo: você pode subir, descer ou cancelar conforme a necessidade. Quem paga o anual trava o desconto pelo período; quem está no mensal tem flexibilidade total ao custo de uma mensalidade um pouco maior.

Existe cupom de desconto do GoHighLevel?

O GHL não distribui códigos promocionais públicos. Os descontos reais são dois: o pagamento anual (que equivale a alguns meses grátis) e o período de teste estendido (até 30 dias, em vez dos 14 padrão) oferecido por links de parceiros. Quem promete 'cupom GoHighLevel' de 50% costuma estar só usando um link de afiliado com o trial estendido.

Última atualização dos preços: 2026-05-25