Automação

Make

Automação visual no-code com o melhor editor de cenários

4.4 Plano grátis disponível

O Make tem um plano gratuito com mil operações por mês e planos pagos — Core, Pro, Teams e Enterprise — que escalam conforme o volume de operações que você seleciona e o nível de recursos. A cobrança é por operação (cada ação de módulo que roda conta como uma), o que torna o Make bem mais barato que o Zapier em fluxos com várias etapas. O pagamento anual reduz o preço em 15% ou mais, e os planos pagos liberam execução a cada 1 minuto (contra 15 minutos no gratuito).

Free

Grátis

  • 1.000 operações/mês
  • 2.000+ apps
  • Construtor visual completo

Core

US$ 9,00/mês

  • A partir de 10.000 operações/mês
  • Cenários ilimitados
  • Agendamento por minuto
  • Cobrado anualmente (−15%)

Pro

US$ 16,00/mês

  • Execução prioritária de cenários
  • Busca no log de execução
  • Variáveis personalizadas
  • Cobrado anualmente (−15%)

Teams

US$ 29,00/mês

  • Papéis e permissões de equipe
  • Templates de cenário compartilhados
  • Cobrado anualmente (−15%)

Enterprise

Sob consulta

  • Operações sob medida
  • Suporte dedicado 24/7
  • Funções customizadas
  • Integrações enterprise
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Os valores da tabela acima são atualizados automaticamente — o preço é o dado que mais muda, então essa parte vem do banco de dados, não do texto. O que esta análise resolve é o que a tabela não diz: como o Make cobra de verdade e onde a conta pode te surpreender.

O conceito central: você paga por operação

O Make não cobra por tarefa cara como o Zapier nem por execução de fluxo como o n8n. Ele cobra por operação: cada ação de módulo que roda dentro de um cenário conta como uma. Um cenário com 8 módulos que executam consome 8 operações por rodada.

Em 2025, o Make trocou o nome de “operação” para “crédito”, mas a conta é a mesma para automações comuns: uma ação de módulo = um crédito. Operações de IA podem custar mais de um crédito.

A consequência prática para o seu bolso: o custo não depende só de quantos cenários você tem, e sim de quantos módulos eles executam e com que frequência. Para estimar o gasto, multiplique os módulos que realmente rodam pela frequência mensal.

O plano gratuito e seus limites

O plano gratuito dá mil operações por mês, acesso aos mais de 2.000 apps e o construtor visual completo. Os dois tetos que empurram para o pago:

  • Volume: mil operações acabam rápido em qualquer uso sério.
  • Frequência: o intervalo mínimo entre execuções é de 15 minutos no gratuito, contra 1 minuto nos planos pagos.

É generoso para aprender e validar uma ideia, mas insuficiente para um processo de negócio contínuo.

Como o preço escala: recurso × volume

Este é o ponto que confunde quem olha a tabela rápido: o preço do Make tem dois eixos.

  1. Nível de recurso — Core, Pro, Teams ou Enterprise. Define os recursos disponíveis (frequência, log de execução, papéis de equipe, suporte).
  2. Volume de operações — dentro de cada plano, você escolhe quantas operações mensais quer, e o preço acompanha esse volume.

Por isso dois usuários no mesmo plano “Pro” podem pagar valores diferentes: um selecionou mais operações que o outro. A tabela acima mostra o ponto de entrada de cada plano; o valor sobe conforme você aumenta o volume.

Qual plano para qual perfil

  • Core — o pago de entrada. Sai do gratuito principalmente pela execução mais frequente (1 minuto) e por mais volume. Cobre uso pessoal e pequenos times.
  • Pro — adiciona execução prioritária, variáveis personalizadas e busca no log de execução. É o plano de quem já roda automação como parte da operação e precisa depurar com agilidade.
  • Teams — adiciona papéis de equipe e templates compartilhados. Para quando mais de uma pessoa mexe nos cenários.
  • Enterprise — funções customizadas, suporte 24/7, proteção contra excedente, SSO e recursos corporativos. Preço sob consulta.

A armadilha: operações que escalam sem você perceber

O erro clássico de orçamento no Make: desenhar um cenário com muitos módulos e deixá-lo rodar com alta frequência sem filtros. Cada rodada multiplica o consumo. Um fluxo que processa 100 itens, com 5 módulos cada, são 500 operações — só ali.

A boa notícia é que isso é controlável: coloque filtros cedo no fluxo (para não processar o que não interessa), agregue dados quando possível e evite rodar com frequência maior do que o necessário. Bem desenhado, o Make é dos mais econômicos do nicho.

Como pagar menos

  • Plano anual: reduz o preço em 15% ou mais e os créditos pré-pagos passam a expirar em 12 meses, não a cada mês — mais flexibilidade de uso.
  • Bom desenho de cenário: filtrar cedo e agregar dados corta operações desperdiçadas — o desconto que mais gente ignora.
  • Programas para startups e cupons ocasionais: detalhamos o que existe de verdade em cupom Make.

O veredito de preço

Para a maioria dos usuários no-code, o Make oferece a melhor relação custo-benefício do nicho — desde que os cenários sejam bem desenhados. Se o seu volume é altíssimo e os fluxos são pesados, vale comparar o gasto em operações com o n8n self-hosted, onde o volume deixa de ser cobrado. Para decidir se o Make é a ferramenta certa antes de escolher plano, veja o review completo.

Perguntas frequentes

Quanto custa o Make por mês?

O plano gratuito custa zero. Entre os pagos, o Core é o de entrada (poucos dólares por mês na faixa inicial de volume), o Pro fica acima dele, e o Teams acima do Pro. O preço de cada um não é fixo: sobe conforme o volume de operações que você escolhe. Os valores exatos e atualizados estão na tabela acima.

O que é uma operação no Make?

Uma operação é cada ação de módulo que roda dentro de um cenário: ler uma linha de planilha, enviar uma mensagem, criar um contato. Um cenário com 8 módulos que executam consome 8 operações por rodada. No modelo atual, a empresa chama isso de crédito, mas a conta é a mesma: ação executada = uma operação.

O plano gratuito do Make tem limite?

Sim. O gratuito dá mil operações por mês e impõe um intervalo mínimo de 15 minutos entre execuções de um cenário. Tem acesso aos mais de 2.000 apps e ao construtor completo, mas o volume e a frequência são os tetos que empurram para um plano pago.

Como o preço do Make escala?

Por dois eixos: o nível de recursos (Core, Pro, Teams, Enterprise) e o volume de operações que você seleciona dentro do plano. Você ajusta o número de operações mensais e o preço acompanha. Por isso dois usuários no mesmo plano podem pagar valores diferentes.

Qual a diferença entre os planos Core, Pro, Teams e Enterprise?

Core é o pago de entrada (execução mais frequente que o gratuito). Pro adiciona execução prioritária, variáveis personalizadas e busca no log de execução. Teams adiciona papéis de equipe e templates compartilhados. Enterprise traz funções customizadas, suporte 24/7, proteção contra excedente e recursos corporativos como SSO.

Compensa pagar o Make no plano anual?

Para quem vai usar de forma contínua, sim: o anual reduz o preço em 15% ou mais frente ao mensal e dá flexibilidade — os créditos pré-pagos expiram só após 12 meses, em vez de mensalmente. Se ainda está testando, o mensal evita compromisso antecipado.

Em qual moeda o Make cobra?

O Make é cobrado em dólar (US$). Para quem paga em real, o valor final depende da cotação do dia e do IOF do cartão na fatura — algo a considerar no planejamento de custo de quem está no Brasil.

O que acontece se eu acabar as operações do mês no Make?

O cenário para de rodar até a renovação do ciclo ou até você adicionar mais operações (comprando um pacote extra ou subindo de plano). Os planos superiores têm proteção contra excedente, que evita interrupções inesperadas em fluxos críticos.

Dá para mudar de plano no Make quando quiser?

Sim. Você pode subir ou descer de plano e ajustar o volume de operações conforme a necessidade. É comum começar no Core e subir para Pro ou Teams quando o volume cresce ou quando recursos específicos passam a fazer falta.

O Make tem custos escondidos?

Não há taxa de instalação — você paga o plano. O 'custo escondido' real é o consumo de operações: cenários mal desenhados (sem filtros, rodando à toa) gastam operações desnecessárias. As operações de IA também consomem mais créditos que as ações comuns, então valem atenção no orçamento.

Última atualização dos preços: 2026-05-20